Tempo Perdido - Legião Urbana
Versão para o filme O homem do futuro.
A música já é demais, desde sempre. Para mim, é trilha sonora de vários momentos passados. Presentes, talvez. Esta versão é maravilhosa, sem mais.
Tempo Perdido - Legião Urbana
Versão para o filme O homem do futuro.
A música já é demais, desde sempre. Para mim, é trilha sonora de vários momentos passados. Presentes, talvez. Esta versão é maravilhosa, sem mais.
Uma coisa é escutar nosso coração; outra coisa é ficar sempre conversando com o nosso “eu” interior, sem prestar atenção aos outros.
Este diálogo egoísta muitas vezes não nos deixa dormir durante a noite, e nos tira o prazer de momentos importantes do dia.
Reclamamos em silêncio de pessoas que não agiram bem, de coisas que não aconteceram como queríamos, de atitudes erradas que tivemos.
Dentro de cada um de nós existe um anjo e um demônio, e suas vozes são muito parecidas. O demônio alimenta esta conversa, procurando nos mostrar como somos fracos e injustiçados. O anjo nos faz refletir sobre nossas atitudes, mas – geralmente – está tentando silenciar esta voz interna.
Ele sabe que, para descobrir nosso verdadeiro caminho, precisamos conversar com o próximo. Nosso anjo costuma usar muito a boca de outras pessoas para nos dar seu recado.
A agulha passa por vários estágios de sofrimento até aprender sua função: o forno abrasador da metalúrgica, o frio intenso da água em que é temperada, o peso esmagador da prensa que a faz atingir sua forma ideal.
A partir daí, precisa estar sempre dura, brilhante, e afiada. Depois de todo este aprendizado, ela encontra sua razão de viver: a linha.
E faz o possível para ajudá-la: enfrenta os tecidos mais resistentes, abre os buracos nos locais certos. Mas, quando termina seu trabalho, a misteriosa mão da costureira torna a colocá-la em uma caixa escura; depois de tanto esforço, sua recompensa é a solidão.
Com a linha, entretanto, a história é diferente: a partir deste momento, passa a ir a todos os bailes e festas.
♫ ♪ ♫ (((o))) ♪ ♫ ♪
Leve com você
Só o que foi bom
Ódio e rancor
Não dão em nada
Nada
Ouço aquele som
Lembro de você
Como acabou
Mas não tem nada não
Só guardo o que foi bom
No meu coração
O amor é como o sol
Sabe como renascer
(…)
Todos nós temos um anjo. Um guardião que zela por nós. Não sabemos qual forma eles vão tomar: num dia, a de um velho, no dia seguinte, a de uma menininha. Mas não se deixe enganar pelas aparências. Podem ser ferozes como qualquer dragão, mas não estão aqui para travar nossas batalhas, e sim para ser a voz suave do nosso coração, lembrando-nos de que somos nós.
Cada um de nós mantém o controle sobre os mundos que cria. Podemos negar que nossos anjos existem, convencer-nos de que não podem ser reais. Seja como for, eles aparecem. Em lugares estranhos e em horas estranhas. Podem falar através de qualquer personagem imaginável. Gritam através de demônios se for preciso.
Confrontando-nos.
Desafiando-nos a lutar, pois quem não luta por alguma coisa… cai por qualquer coisa.
Para aqueles que vão à luta… a vida tem um sabor que os abrigados jamais conhecerão.
E finalmente, surge esta dúvida,
O mistério da história de “quem será este?”
Daquele que puxa a cortina.
Quem é que escolhe nossos passos na dança?
Quem nos faz enlouquecer? E nos pune e nos dá a vitória quando sobrevivemos ao impossível?
Quem é que faz todas essas coisas?
Quem honra aqueles que amamos com a vida que levamos?
Quem manda monstros para nos matar e, ao mesmo tempo, diz que nunca vamos morrer?
Quem nos ensina o que é autêntico e a rir das mentiras?
Quem decide por que vivemos e o que morreremos defendendo?
Quem nos acorrenta?
E quem guarda a chave que pode nos libertar?
É você.
Tem todas as armas de que precisa.
Agora lute.
“Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.
Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.
Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.”
medeirosmartha
i wish - infct’d mshrm
i wish to give, to take, to make, to shake,
i wanna see it happen
i want to see, to be, the one that plays the game
without no fears and regrets
i want to know you,
better than i know myself
i want to feel the end
and to enjoy the consequence
i’m playing the game
the one that will take me to my end
i’m waiting for the rain
to wash who i am (x2)
i want to move, to loose, to take the grooves
and to give it all back
i want to take the time rewind
and to kick it right from the start
to be unknown and all alone,
lose the kind that are behind
to start a new play by myself
and to give the best i have
i’m playing the game
the one that will take me to my end
i’m waiting for the rain
to wash who i am (x4)